Quem é "o primeiro a chegar, o último a sair e o responsável por tudo que sumir?"

É um ditado popular suburbano auto racista, Acertou quem disse que é…O Negro, qualquer negro que estiver na casa.


Parecendo, em vários momentos acossado pela maioria dos membros da Corte suprema do país e pela tropa de advogados dos réus do Mensalão, Joaquim Barbosa deixou flagrante ontem, a sua revolta, dando a transparecer que existem surdas pressões para desqualificar as denuncias da Procuradoria Geral da República, por intermédio da desqualificação de sua relatoria.

É uma tática – a única – previsível da defesa. Na impossibilidade de provar a inocência dos réus tenta-se livrá-los com chicanas, truques jurídicos, na base do ‘se colar colou’.

Contudo, salta aos olhos e ouvidos dos mais atentos, a enorme tensão reinante na Corte diante do fato de um julgamento tão importante, histórico até, envolvendo réus de tão alta patente e projeção nacional – inclusive, mesmo indiretamente o próprio presidente da República – estar tendo como principal acusador um negro.

O Brasil é um país racista, não se esqueçam.

Os deslizes do preconceito contra o ‘negão de toga’, sub reptícios à maioria das vezes, escorrem como veneno em certas bocas, de juízes e advogados, todos brancos e doutos que vão mostrando suas garras causídicas aqui e a li.

Chamando a Corte às falas pelo fato de estar se omitindo no desagravo de um de seus membros que havia sido ofendido por advogados que inclusive pediram o seu impedimento, Joaquim, ele mesmo o ofendido, afirmou com firmeza que a ofensa a um membro da Corte deveria ser sentida como uma ofensa a toda Corte.

“Cada país tem o modelo de justiça que merece. Uma justiça que se deixa ameaçar por uma guilda ou membro de uma guilda sabe o fim que é reservado. Eu lamento…”

De nada adiantou a reprimenda. Foi deixado ali sozinho, como era de se esperar.

Marco Aurélio Mello, um dos juízes, declarou impávido: _” Não me sinto ameaçado ou alcançado”, Outro juiz (Luiz Fux), se dizendo defensor do direito dos advogados de se manifestarem, atacou Joaquim, com uma emblemática insinuação racista, algo assim como: _ “Defendo porque corre em mim … GENOMA do bacharelismo! “

Ao que então Joaquim Barbosa, decisivo e ferino concluiu:

_”Lamento muito que nós, brasileiros tenhamos que carregar certas taras antropológicas como esta do bacharelismo.

Dá-lhes Joaquim! Os racista pira!

Fonte: Extraído do Facebook.

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Rio de Janeiro, 22 de Junho de 2012.

Cláudia nasceu em 1976, não tinha nem 40 anos. Era mesmo uma guerreira. Criava 4 filhos dela. Adotou 4 sobrinhos. Trabalhava em jornada tripla: a faxineira, a dona de casa, a mãe.

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Membros do Projeto Ijé Ófè – Raça Livre reunidos em Belém, na CNBB entre os dias 21 e 23 de agosto.
Vem manifestar pesar e solidariedade em virtude do assassinato da liderança Quilombola, Teodoro Lalor.

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Telefone: +55 91 3224-3280    |    e-mail: cedenpa@cedenpa.org.br